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Feliz Dia das Mulheres!

Da Plateia para o Podium

Mulheres e sua Participação na História do Esporte

Contradizendo o rótulo de sexo frágil, as mulheres vêm conquistando igualdade de direitos sociais, políticos e esportivos. Elas invadiram os campos de futebol, as quadras, dojôs, piscinas e todo complexo esportivo que antes era utilizado apenas por homens. Rompendo preconceitos, as mulheres se tornaram campeãs de seus próprios limites.

Nos Jogos Olímpicos da Antiguidade os homens competiam nus e as mulheres eram proibidas de participar da competição em qualquer modalidade. A participação feminina restringia-se a dança ou acrobacias, com o intuito de divertir os convidados. Mulheres casadas estavam impedidas, inclusive, de observar o evento, podendo ser punida com a morte.

Na Grécia Antiga acreditava-se que as mulheres perderiam sua feminilidade com a pratica de exercícios, além de não possuírem estrutura física para praticar esportes e terem como maior finalidade a reprodução. Hoje é comum encontrarmos uma mulher na presidência de clubes, árbitras e jogadoras de futebol. Mas este fato só ocorreu depois que muitas delas decidiram lutar por seus direitos também nos esportes.

Essa história teve início com a francesa Alice Melliat, quando ela reivindicou ao Comitê Olímpico Internacional (COI) a participação feminina nas olimpíadas de 1900. Acompanhada de mais 10 mulheres, Alice participou dos primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna. Entretanto, o COI só reconheceu as mulheres como atletas olímpicas 36 anos depois e apenas em 2012 elas tiveram liberação oficial para competir em todas as modalidades.

Iniciando a história das brasileiras nas olimpíadas, a paulistana de 17 anos, Maria Emma Hulga Lenk, embarcou em um navio do governo carregado de café, para disputar a prova de natação em Los Angeles, no dia 06 de agosto de 1932. Mas não conseguiu um tempo suficiente para chegar às finais (3min26s6). Emma não desistiu e quatro anos depois, nos Jogos de Berlim (1936) conquistou as semifinais dos mesmos 200m peito, com um tempo de 10 segundos. Seu legado é um marco na natação brasileira e ela não parou de fazer história. Além de sagrar-se a primeira mulher brasileira e sulamericana a participar de jogos olímpicos, Maria Lenk ajudou a fundar a primeira escola de educação física do Brasil, na Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde também foi professora e a primeira diretora mulher.

Emma abriu portas para que hoje pudéssemos apreciar “Marta’s”, “Daiane’s” dos Santos, “Hortência’s”, “Jaqueline’s”, “Cyborg’s” e muitas outras Marias. 






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