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Dia Internacional da Síndrome de Down

                                                     

Dia Internacional da Síndrome de Down

           Quebrando o preconceito!                                                                                                                                                            

A Síndrome de Down não é uma doença, é uma condição causada durante a formação do feto. Vamos entender melhor como isso ocorre!

Geralmente os seres humanos possuem 46 cromossomos em cada uma das células do organismo. Esses cromossomos são recebidos durante a fecundação, nas células embrionárias dos pais, 23 vêm do espermatozoide fornecido pelo pai e os outros 23 vêm contidos no óvulo da mãe. Juntos eles formam a primeira célula do organismo, o ovo ou zigoto. 44 desses cromossomos são denominados regulares e formam pares (de 1 a 22). Os outros dois constituem o par de cromossomos sexuais chamados XX no caso das meninas e XY no caso dos meninos.

Ainda sem uma explicação cientifica o óvulo ou o espermatozoide podem apresentar 24 cromossomos, ao invés de 23, ou seja, um cromossomo a mais. Quando isso ocorre, ao se unirem aos 23 da outra célula embrionária (espermatozoide ou óvulo), somam 47. Esse cromossomo extra aparece no par número 21. Por este motivo a Síndrome de Down também é chamada de trissomia do 21. Pensando nisso, a data 21/03 foi tão inteligentemente escolhida para representar as pessoas com Down.

Saiba mais

A Síndrome de Down é mais comum do que se imagina, acontecendo em um a cada 700 nascimentos, independentemente de raça, país, religião ou condição econômica da família. O comportamento dos pais ou a combinação do tipo sanguíneo nada interferem na formação dos cromossomos.

Apesar de possuírem características físicas semelhantes as pessoas com síndrome de Down apresentam personalidade e interesse diferentes umas das outras. A síndrome favorece o surgimento de algumas doenças, porém isso não é suficiente para que possamos taxa-los como frágeis ou incapacitados. Ao contrário, não existe limitação. Exemplo de determinação, Breno Viola faz história no esporte, nas artes cênicas e principalmente na luta pelos direitos das pessoas com Down.

Quebrando Barreiras!

Breno Viola é o primeiro atleta com síndrome de Down a conquistar uma faixa preta no judô em todo continente americano. “Comecei a fazer judô aos 3 anos. Sempre tive meu irmão mais velho como grande inspiração. Ele também é praticante do esporte. Sou o primeiro down das Américas a conquistar a faixa preta e nunca tive moleza. Na academia, se é para tomar esporro, eu tomo, como qualquer aluno. Sempre fui tratado de igual para igual”, conta em entrevista ao site Uol. O judoca fez o curso de arbitragem e pretende atuar nessa área no futuro.

Breno tem uma rotina bem agitada, além de atleta é ator ele ainda arranja tempo para militar em prol de quem tem síndrome de Down. Viaja constantemente fazendo palestras, inclusive em eventos da ONU (Organização das Nações Unidas). Na luta pelo direito das pessoas com Down e deficiência ele tornou-se um dos fundadores do site Movimento Down, onde ele é autodefensor - tem a função de defender os interesses dos demais colegas, sugerindo ações de aperfeiçoamento -.

A data 21 de março foi criada com o intuito de conscientizar as pessoas sobre a importância da luta pelos direitos igualitários, bem-estar e a inclusão das pessoas com síndrome de Down na sociedade.



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